Número de mortos chega a 1,6 mil no Japão, após tsunami
O tsunami que devastou o nordeste do Japão na sexta-feira (11) provocou a morte de no mínimo 1,6 mil pessoas, segundo as agências internacionais no final deste domingo (13). Esse número deverá aumentar já que existem mais de 700 desaparecidos, de acordo com a polícia japonesa. O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou que o país enfrenta a crise mais difícil desde a Segunda Guerra Mundial (1939/1945).
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Além disso, há informações de que o número de mortos possa elevar drasticamente. As autoridades da província de Miyagi preveem que mais de dez mil pessoas estão desaparecidas. As autoridades locais estimam ainda que 1.167 pessoas desapareceram na província de Fukushima.
Apenas no Japão, cem mil soldados foram designados para atuar nas zonas afetadas. O serviço começa a ter o reforço das equipes enviadas por outros países para auxiliar no resgate.
A Agência Kyodo diz que os trabalhos estão sendo dificultados pela enorme extensão da área afetada, as constantes réplicas do terremoto e os problemas para chegar aos povoados inteiros agora parcialmente submersos pela água.
Neste final de semana também chegaram centenas de toneladas de material de emergência como comida, roupa, água, barracas, cobertores e outros artigos de primeira necessidade. A ajuda será levada aos desabrigados por estradas secundárias, já que as principais e a ferrovia estão bloqueadas.
As dificuldades aos sobriventes também aumenta. A companhia Tokyo Electric Power Co (TEPCO) anunciou que iniciará racionamento de energia elétrica pelos próximos dois meses, em decorrência do tsunami. Enquanto isso, os abrigos estão tomados por pessoas que tiveram que deixar as suas casas.
Fonte: Agências internacionais