Contos Eróticos – Minha primeira vez

Publicado: 7 de maio de 2010 em Textos
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Minha primeira experiência sexual foi com o meu primo Paulo, 12 anos mais velho, quando eu tinha 15 anos. Diz ele que foi o meu presente de aniversário. De fato, foi o meu melhor presente naquele ano. Uma semana após a minha grande festa à sociedade, meus tios viajaram para a Europa e o meu primo Paulo telefonou-me para que fosse até sua casa, pois queria dar-me um presente. Prometi que iria no sábado, à tarde, dois dias depois. No dia marcado, fui buscar o tal do presente e ao abrir a porta, Paulo recebeu-me com um longo e forte abraço, como se quisesse sentir totalmente o meu corpo ao seu. Não vou negar que não senti nada ao abraçar aquele homem musculoso, mas era meu primo. Aliás, desde criança, notei que sempre me olhava com outros olhos, me chamava de linda, gostosa, mas era meu primo. Beijou a minha testa e levou-me ao segundo andar do apartamento e não vi qualquer dos empregados. Perguntei onde estavam… Respondeu-me que havia dado folga para todos e que estávamos sozinhos. Foi então que me deu um beijo que fez meu corpo estremecer, arrancando-me o fôlego. Percebendo que estava receptiva, começou a fazer carinhos no meu rosto, enquanto dizia que eu era linda, beijava o meu rosto, mordia de leve a minha orelha e eu sem saber o que fazer. Perguntou se eu gostaria de conhecer uma nova massagem. Com a minha afirmativa, disse-me que precisava me despir. Nada respondi. Estava um pouco assustada com o que estava acontecendo. Levou-me até o quarto de hóspedes e as carícias continuaram e sem perceber foi tirando as minhas roupas dizendo que eu não me preocupasse que a massagem era assim mesmo. Tirou a sua camiseta e após tirou a minha blusa, uma malha fina, nunca usei soutien, colocando os meus seios (nem grandes, nem pequenos) durinhos à mostra. Ele os acariciou e começou a chupá-los dando leves mordidas, alternando um e outro. Meus biquinhos rosados logo surgiram e Paulo os mamava. Tirou o restante das minhas roupas (uma bermudinha) e foi abaixando a minha calcinha lentamente, sem tirar os olhos da minha bucetinha. Beijou-a, pegou-me no colo e deitou-me na cama. Olhou o meu corpo nu e com o seu sorriso maroto não cansava de dizer como estava linda, e muito apetitosa. A massagem propriamente dita era a sua língua que foi percorrendo todo o meu corpo até chegar a minha bucetinha. Abriu as minhas pernas, ora enfiava a língua, ora o dedo médio e eu dizendo que era virgem. Me chamava de gostosa e há muito tempo queria me lamber, me morder, me chupar, me foder… O meu clitóris latejava de tanto que chupava e eu já me contorcia de desejos. Não mais queria que parasse. Estava adorando o que fazia comigo. Depois ele me virou, colocando-me de quatro e passou a enfiar a língua no meu cuzinho, também virgem. Mordia a minha bundinha durinha e arrebitada e dava palmadinhas que estavam me levando à loucura. Passava a língua na bucetinha quando não enfiava o dedo. Eu pedia, por favor, que não me fizesse nada, pois era virgem. Senti um dos dedos entrar no meu cuzinho e levei um susto. Ele me acalmou com beijos na nuca. Dizia para relaxar que iria gostar. A seguir, enfiou mais outro dedo, eu queria sair dali, mas novamente ele me beijava, mordia a minha orelha e eu me acalmava. Senti aqueles dois dedos (médio e indicador) entrando, abrindo o meu buraquinho apertadinho e com a outra mão massageava o meu clitóris, para que eu relaxasse. Perguntou-me se eu deixava colocar mais um dedo. Após pensar um pouco, disse que sim. Então abriu o zíper de sua calça (até então só havia se livrado da camiseta) e tirou o seu cacete dizendo que eu não olhasse. Pelo barulho, sabia que estava abrindo uma gaveta e um pote. Depois pegou o seu pau, passou pela minha bucetinha que já estava repleta de néctar e foi subindo e… foi enfiando, enfiando, devagarzinho foi enfiando no meu cuzinho até me enrabar completamente. A sensação que eu tinha é que havia enfiado todo o braço. Tentei sair, mas ele me pedia que eu relaxasse. Eu dizia:
“- Quantos dedos você enfiou?”
E ele:
“- É o meu caralho, safadinha, mexe a bunda, mexe… isso, mexe mais…”
Doía muito, mas apesar da dor que sentia, eu estava gostando de ter aquele caralho no meu cuzinho, agora entrando e saindo, num vigoroso vai e vem. Gostei tanto que já não mais queria saber se era virgem ou não e assim que ele tirou o seu pau, me virei e abri as pernas totalmente, para receber aquele pau duríssimo (20 com) que quando olhei fiquei chocada pelo tamanho. Jamais tinha visto uma pica.
Paulo não queria acreditar que estava oferecendo a minha buceta virgem a ele, e por sua vez insistia que eu o chupasse para gozar. Insisti que enfiasse logo na xoxotinha que latejava ávida por seu cacete maravilhoso e duro e se negasse a segunda vez, não teria uma nova chance.
Ah, ele veio com tudo. Foi uma foda e tanto, apesar de que senti um pouco de dor. No vai e vem, gozamos juntos, eu gritava para que não tirasse, e  jorrou toda a sua porra em mim. A princípio fiquei com nojo, mas quando pediu que eu abrisse a minha boca e senti o seu gosto, eu queria mais, muito mais. Sangrei um pouco, afinal eu era virgem, mas não me preocupei, pois estava encantada com o pau de Paulo e o chupei. Fiquei brincando com ele, ora beijando, ora mordendo, ora enfiando todo em minha boca. Meu primo dizia que foi a melhor foda com uma virgem que já tivera e o pau de Paulo foi ficando duro novamente. Eu estava assada, ardida, mas tinha adorando cada centímetro de Paulo dentro de mim e agora o queria novamente, sem medos. Passou creme nas minhas partes e transamos novamente até explodirmos de prazer, ensinando-me novas posições.
Quando acabamos de transar, estava toda lambuzada, não somente da porra de Paulo, mas também do creme que usou para facilitar a penetração (com aquele cacete de 20 cm) e levou-me até a piscina para um banho.
Eram 5 horas da tarde, o sol irradiava ainda todo o seu esplendor.
Estávamos nus, entramos na piscina, pequena, pois é uma piscina de apartamento (mora numa bela cobertura). Havia um edifício, na época sendo construído, ao lado, dois andares a mais que o dele. Olhei várias vezes se não havia qualquer intruso nos olhando e depois de Paulo confirmar que não havia ninguém, resolvi esquecer, curtir aquele momento gostoso, nua como vim ao mundo, livre, satisfeita, mais do que satisfeita com o que havia acontecido e sentindo novamente aquele cacete gostoso. Se muitos reclamam que não gostaram ou não curtiram a primeira relação… bem, da minha não posso reclamar. Meu professor foi muito carinhoso e se tivesse me mostrado o pênis antes, com certeza não teria dado a ele.
Novamente pegou-me no colo e flutuávamos naquela água límpida, com gosto de cloro e agora misturada aos nossos gostos. Paulo me banhava, sorria com os seus dentes perfeitos e em agradecimento, o abraçava beijando sua orelha, sua boca maravilhosa. Ele sussurrava que já estava de pau duro e perguntei:
“- E agora, meu professor, o que vamos fazer?”
Os seus olhos azuis como a cor do céu, brilhavam e não precisou dizer mais nada. Ele queria mais e eu também.
Sentou-se na beira da piscina e pediu para chupá-lo e que eu desse leves mordidinhas e lambidas na glande. Como uma aluna aplicada, fui fazendo exatamente como mandava e já sentia que ao lado nos olhavam realmente. Paulo dizia:
“- Não pare sua safadinha, continua, enfia na boca, minha safadinha! Eu quero gozar na tua boca.”
Disse que havia gente olhando, no que respondeu:
“- Deixe que olhem, não têm uma prima gostosa como a minha. Vamos safadinha, enfia na boca, chupa as minhas bolas, assim… bem gostoso, bem devagarzinho.”
E quando eu menos esperava veio aquele jato inundando a minha boca. Paulo gemia e pedia para chupar tudo. Lambi tudinho, engolindo aquele gosto de prazer.
“- Paulo, agora é a minha vez.”, eu disse. “- Enfia a sua língua na minha bucetinha!”
E ele:
“- Safadinha! Você gostou mesmo!”
Foi até o quarto para pegar o pote de creme.
Enquanto isso, os peões sacudiam os seus caralhos e faziam movimentos de vai e vem. Já que levei o apelido de safadinha, posicionei a cadeira recostável de frente a eles e abri as minha pernas, deixando minha bucetinha que se enchia novamente de prazer. Passava os meus dedos e simulava um sobe e desce.
Os peões ficaram loucos. Aplaudiam, me chamavam de puta, diziam que estavam indo me comer, que iriam enfiar na minha bunda etc.
Quando Paulo chegou soltou uma gostosa gargalhada:
“- Safadinha! Vamos mostrar a eles!”
Ajoelhou-se e começou a me chupar com volúpia. Chupava devagarzinho. Depois aumentava o ritmo e retornava a fazê-lo devagarzinho. A cada vez que mordia o meu grelinho, me arrancava gritos de prazer e eu já o implorava para meter o cacete na minha bucetinha, que abria e fechava já inchada da outra foda, e queria que me fodesse até não agüentar mais.
Os peões gritavam:
“- Fode ela. Enfia na buceta.”
Outros já queriam que o buraco fosse outro:
“- Enfia no cu. Rasga o cu da puta. Come ela… manda essa puta para cá! Vamos mostrar a ela com quantos paus se faz uma obra!”
Aqueles homens estavam nos excitando mais ainda. Paulo disse:
“- Safadinha, vamos mostrar a eles como você cavalga bem.”
Tirou-me da cadeira e sentou-se, segurando o seu pau já duro, louco para entrar no meu buraco e pediu para que eu sentasse em cima. Outra nova posição que aprendi. Então, subi e fui descendo devagarzinho. O meu primo com uma das mãos segurava o pau e com a outra ia me direcionando até aquela gostosura. Sentia-me no paraíso do sexo, soltava gemidos de dor misturados com os do prazer. Comecei a cavalgá-lo e ele segurava o meu corpo, meus seios duros. Beijávamos-nos e nos movimentávamos alucinadamente, quando repentinamente tirou a sua tora do meu canalzinho.
“- Não, Paulo! Ainda não. Eu quero mais!”
“- Eu também safadinha. Só que agora eu quero a sua bundinha.”
Colocou-me em pé, apoiada com o corpo na mesa, abriu minhas pernas e passou muito creme, tanto no pau quanto na minha bundinha, principalmente no cuzinho, enfiando um dos seus grossos dedos.
Os peões vibraram. Estávamos agora de lado para eles e Paulo começou a bater com o pau na minha bunda, durinha, ora numa banda, ora em outra. Não preciso mencionar que estava adorando aquela surra e os gritos dos peões:
“- Enfia, enfia, enfia!”
Como da primeira vez, meu primo foi enfiando devagarzinho, centímetro por centímetro, parava, me abraçava, sussurrava qualquer coisa ao meu ouvido e continuava enfiando. Eu mexia a bundinha, me contorcia e gemia sem parar. Eu não agüentava mais, doía muito, ele já estava para gozar e comecei a chorar implorando desta vez que tirasse. O que o fez prontamente. Virou-me de frente, ainda com a metade do corpo à mesa e derramou com abundância seu sêmen nos meus seios até a barriga (ainda não encontrei alguém que tenha tanto sêmen quanto o meu primo). Eu chorava.
Paulo pegou-me no colo, com as minhas pernas entrelaçadas em suas costas e me abraçou pedindo que me acalmasse.
E os peões queriam bis.
Paulo levou-me para sua suíte e preparou um bom banho para nós dois. Lavou-me, me acariciou, me enxugou, passou creme nas partes assadas, colocou-me em sua cama e… Não, desta vez não teve sexo. Me fez carinho até que eu dormisse.

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comentários
  1. iran disse:

    porra que deliciaaa aaa quero essa prima denro do meu pau se ffossse eu n tinha tirado n tinha deixado la dentro ficava vendo ela sofrer e ainda chamava os peoes pra metermos nela e chamava outros homens para deixala mais arrombada ainda!

  2. rita de kassia disse:

    Adorei!!!!!

  3. paulo disse:

    nossa pega a mina e ainda fica mostrando pros macho,é muito é viado isso sim.
    Cacete

  4. adeilce disse:

    esses homen so querem saber de meter com força e pq nao metem com carinho porra velho

  5. MinaStronda disse:

    -Queria muito esse primo pra mim *-*

  6. Tânia Cristina disse:

    acho isso ridículo que fez com a prima e pior ainda mostrar pros outros homens ele transando com ela,15 o que essa criatura sabe de sexo,sendo a primeira vez

  7. Jubs disse:

    super interessante . adorei os carinhos no final . poucos hoje em dia fazem isso ! parabéns!

  8. Michely disse:

    Nossa… Adorei esse conto… Mt top!

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