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A Morte do Padre

O velho padre, durante anos, tinha trabalhado fielmente com o povo africano, mas agora estava de volta ao Brasil, doente e moribundo, no Hospital Geral de Brasília, é notícia e manchete midiática da hora. Já nos últimos suspiros, ele faz um sinal à enfermeira, que se aproxima.

– Sim, padre? – diz a enfermeira.

– Eu queria ver dois proeminentes políticos antes de morrer – sussurrou o padre.

– Acalme-se, verei o que posso fazer – respondeu a enfermeira.

De imediato, ela entra em contato com o Congresso Nacional, e logo recebe a notícia: Sarney e Renan Calheiros gostariam muito de visitar o padre moribundo.

A caminho do hospital, Sarney diz a Renan:

– Eu não sei por que é que o velho padre nos quer ver, mas certamenteisso vai ajudar a melhorar a nossa imagem perante a Igreja e povo, o que sempre é bom.

Renan Calheiros concordou.

Era uma grande oportunidade para eles e até foi enviado um comunicado oficial à imprensa sobre a visita.

Quando chegaram ao quarto, com toda a imprensa presente, o velho padre pegou na mão de Sarney, com a sua mão direita, e na mão de Renan Calheiros, com a sua esquerda.

Houve um grande silêncio e notou-se um ar de pureza e serenidade no semblante do padre.

Renan Calheiros então disse:

– Padre, por que é que fomos nós os escolhidos, entre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu fim?

O velho padre, lentamente, disse:

– Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo…

– Amém! – disse Sarney.

– Amém – disse Renan Calheiros.

E o padre continuou:

– Então…. Como Ele morreu entre dois ladrões, eu queria fazer o mesmo!

E se foi…

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Contos Eróticos – Minha tia

Publicado: 12 de julho de 2010 em Textos
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COMENDO A TIA NO BANHEIRO

Meu nome é Reinaldo e moro em Brasília. A história que vou relatar aconteceu quando fui passar um final de semana na fazenda de um tio, perto da cidade. Ele é casado com minha querida tia Rosa, um tesão de mulher que povoava a imaginação dos homens da família e da vizinhança. Vejamos: ela tem seios pequenos, do tamanho ideal para caberem entre os lábios e uma bundinha de dar água na boca, arrebitada, bem morena, queimada de sol.

Vou-lhes contar o que rolou no sábado. Cheguei mais ou menos às 11h e, para minha sorte, meu tio não estava em casa. Como fazia muito calor, fui recebido apenas por minha titia, que usava um minúsculo short e uma mini-blusa transparente: “- Que bom que você veio logo!”, festejou.

Rosa me chamou para entrar e aceitei. Fui acompanhando-a por trás, observando aquele traseiro maravilhoso que rebolava na minha frente, para lá e para cá. Ela me falou para esperar um pouco, já que meu tio não demoraria a chegar. Pediu desculpa e se retirou para tomar um banho, caminhando para o quarto. Já que há muito tempo eu desejava comer aquela bundinha, fiquei excitado e fui espiar pelo buraco da fechadura.

Fiquei mais doido ainda quando vi aquele monumento de mulher ali, nua, na minha frente. Quase enfiei o pau pelo buraco da fechadura! Não entendi nada quando ela sentou em cima da cama e começou a se masturbar. Louco, não me contendo, pensei em entrar, mas resolvi parar. Se a tia Rosa não gostasse, poderia fazer algum escândalo e eu estaria perdido.

Voltei e me sentei no sofá. Após alguns minutos, ela passou só de toalha na minha frente e, como não pude evitar, olhei-a de cima a baixo, o mastro dando a maior bandeira. Percebendo o meu interesse, ela entrou no banheiro me chamando para mudar a temperatura da água. Sem hesitar, fui correndo sentindo que, dali pra frente, as coisas iriam melhorar.

Entrei no banheiro e, quando ia subir no vaso pra mudar a temperatura da água do chuveiro, senti uma mão esfregando o meu pênis com força. Desci e arranquei aquela toalha para melhor observar minha potranquinha. Rosa começou a me beijar, tirando minha calça e caindo de boca no meu cacete. Que loucura! Como ela chupava bem. Meu tio era um homem de sorte e não sabia!

Gozei alucinadamente naquela boca carnuda e ela não deixou nada da minha porra ir para o ralo. Como ainda não estava satisfeito, coloquei-a de quatro e lhe contei que tinha uma tara enorme: comer o cuzinho dela. No início, Rosa esbravejou, não quis: “- Não faço isso nem com o seu tio!”. Mas, de tanto insistir, ela acabou cedendo. Coloquei-a de quatro e, observando aquele cuzinho ali fresquinho na minha frente, fui empurrando devagar, devagarzinho, como na música.

Ela gritava louca de dor e tesão, e como rebolava a safada! Parecia que já dava a bunda há muito tempo… Não demorou muito para que Rosa começasse a gozar como uma louca, dando gritinhos de prazer. Quanto mais ela gritava, mais eu empurrava a vara na cadela, até que gozei pela segunda vez, melando toda aquela bundinha, deixando escorrer a porra pelas coxas.

Quando pensei que já estava acabado, Rosa me reanimou com aquele boquete quente, quase fumegante. Rapidinho, eu já estava de cacete duro. “- Come novamente o meu rabinho, come?”, pedia. Sem demora, empurrei meu pau todinho dentro dela, explodindo em gozo eterno. Pelo menos no sentido poético, porque, logo depois, saímos do banheiro e nos preparamos para receber meu tio. Ele já devia estar chegando, sem desconfiar de nada, tranqüilo como convém a um rei do gado.

Contos Eróticos – Minha irmãzinha

Publicado: 24 de junho de 2010 em Textos
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MINHA “IRMÃZINHA”

Sei que alguns de vocês vão me chamar de tarado. Até respeito a opinião de vocês, pois não conhecem minha “irmãzinha”, filha da minha madrasta. Ela se chama Paula, para a família, Paulinha. Ela tem 17 anos, mas precisam ver o corpinho, com certeza puxou a mãe que apesar de seus 47 anos, é um tesão de mulher.

Tenho 22 anos e sou noivo com a Teresa. Iremos nos casar daqui a 2 meses, e nem preciso dizer que já antecipamos nossa lua de mel, e é claro, serviço completo, principalmente pelo fato dela ser louca por sexo anal, nunca vi gostar tanto de levar uma linguada no cuzinho e depois uma caralhada, como ela mesmo faz questão de dizer!

Voltando a minha doce “irmãzinha”, ela é uma coisinha de louco. Bundinha empinada, peitinho lindo e uma boquinha mais do que maravilhosa. Não me sinto culpado pelo relacionamento que tenho com ela, principalmente pelo fato dela ter me provocado até o ponto de não resistir mais.

Paulinha, não sei, se de propósito andava sempre bem à vontade dentro de casa, ao ponto de minha madrasta chamar a atenção dela diversas vezes, talvez por ter notado meus olhares para ela que não eram mais tão inocentes como antes.

Paulinha sempre gostou de usar calcinhas minúsculas, e nunca gostou de usar sutiã, talvez pela idade, andava dentro de casa apenas de camiseta cavada e calcinha toda enterrada na bundinha. Eu também nunca gostei de usar cuecas, gosto de criar o bicho solto!

Teresa, minha noiva, havia viajado com seus pais e eu estava algum tempo carente de uma boa foda. Estava em casa num domingo assistindo o programa da rede Manchete (Manchete Verdade) sobre sexo com minha irmãzinha na sala. Minha madrasta estava na cozinha que fica no andar de baixo.

Com tantas cenas de nudez e esquecendo por alguns instantes que minha “irmãzinha” estava na sala, fiquei excitado com as cenas e fiquei de pau duro. Quando me lembrei que minha “irmãzinha” estava na sala olhei rápido pra ela e ela sorria com uma carinha de sacana para mim, me deixando bastante sem graça.

No mesmo instante fingiu que iria pegar algumas revistas e ficou de quatro no chão virada para mim fingindo que pegava uma revista. Quando a vi naquela posição, meu pau parecia que ia explodir, pois ela tem um rabo lindo e com a calcinha toda enterrada, imaginem?! Tentei me controlar ao máximo, mas não resisti e fui para o chão e agarrei minha “irmãzinha” por trás, beijando sua nuca e esfregando meu pau naquele rabo lindo. Ela para minha surpresa começou a gemer me deixando ainda mais maluco. Abaixei a cabeça e puxei sua calcinha para o lado e meti a língua naquela bucetinha linda fazendo minha “irmãzinha” dar pinotes de tanto tesão.

Abaixei um pouco sua calcinha e alternava a língua entre sua bucetinha e seu cuzinho. Talvez pela sensação de “pecado” nunca havia sentido tanto tesão assim em toda minha vida vendo aquela menininha de quatro com a calcinha abaixada até o joelho e eu ali metendo a língua ora no cuzinho e ora na sua bucetinha ainda virgem.

Não resistindo mais e doido para gozar, puxei o short para o lado e botei o pau pra fora e mandei-a mamar. É claro que com toda sua inexperiência não fazia como minha noiva, mas só de olhar aquela garotinha mamando minha rola, cada vez mais ia à loucura!

Aí pedi que ela chupasse meu pau como se tivesse chupando um pirulito ou um sorvete. Não passou 2 minutos e gozei na sua boca. Talvez por medo sujar a sala e minha madrasta descobrir, ela engoliu tudo. Hoje em dia estou tentando botar meu pau no seu cuzinho. Mas não quero forçar a barra para não machucá-la, apesar dela implorar dizendo que agüenta toda a minha rola no seu cu. Não tenho dúvidas que daqui a pouco tempo de estar chupando aquele cuzinho, estarei também fudendo aquela bucetinha maravilhosa.

Contos Eróticos – A mulher do meu tio

Publicado: 2 de junho de 2010 em Textos
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Nunca tinha pensado que minha mulher pudesse me abandonar. É claro que tínhamos nossas diferenças, mas que casal não as tem? O fato é que o dia em que ela disse que ia embora, foi o pior dia de minha vida. Fiquei deprimido por uns dois meses e mal conseguia me levantar para ir ao trabalho. Vivia me arrastando de um lado para o outro e mal conseguia comer. Sentia falta dela e, ao mesmo tempo, sentia muita raiva pelo que tinha feito comigo. Rosane e eu éramos amigos de um casal, Roberto e Sara, desde os tempos de namoro. Morávamos relativamente perto, de maneira que procurei o apoio deles para enfrentar aquela situação. Não demorou para que eu fizesse da casa deles quase a minha: jantava quase todas as noites com eles e ficava lá, conversando e bebericando até de madrugada, sentindo-me um pouco como um membro da família. Muitas vezes, sara, após o banho, vestia sua camisola de dormir e sentava-se comigo e com o marido na sala. Suas camisolas não eram transparentes, mas eu podia sentir sua nudez quente e macia por baixo delas. Por vezes, quando voltava para minha casa, deitava-me sozinho na cama e me masturbava pensando nos seios firmes e no traseiro gostoso de Sara. Depois de gozar, sentia-me culpado, pois afinal de contas, ela era mulher do meu melhor amigo. Mas estava carente e ainda demasiadamente fodido pelo abandono no qual eu me encontrava. Sabia que devia encontrar uma mulher para transar, mas continuava satisfazendo-me com as minhas mães e com os pensamentos voltados para Sara. Jamais me passou pela cabeça que algo pudesse acontecer entre nós na realidade.

Como Roberto às vezes trabalhava até tarde da noite, Sara e eu jantávamos sozinhos e depois fumávamos e conversávamos. Passaram-se alguns dias e eu e Sara começamos a ficar cada vez mais à vontade um com o outro e a expor nossos pensamentos e sentimentos mais íntimos. Uma noite começamos a falar sobre nossas experiências sexuais e eu confessei-lhe que, além de minha esposa, tinha transado apenas com cinco ou seis mulheres. Então ela me perguntou como estava sendo depois da separação e eu me senti demasiadamente constrangido para dizer-lhe a verdade. Mas o rubor da minha face provavelmente disse mais do que as palavras. Ela me olhou com certa piedade e eu me senti demasiadamente exposto naquele momento. Sara então se desculpou por estar invadindo minha privacidade, mas acrescentou que não podia deixar de se preocupar comigo e quis saber como é que desafogava “minha solidão”. Enquanto eu debatia comigo mesmo se deveria contar-lhe a verdade, o telefone tocou. Era Roberto avisando que não voltaria naquela noite porque havia um problema na estrada, disse que estava muito cansado e que dormiria num hotel. Disse-lhe que não se preocupasse, pois parecia nervosa com a ausência do marido. Depois de alguns minutos de silêncio, durante os quais ela me pareceu bastante pensativa, ela disse que achava que a estrada não era o único problema, pois Ana, a assistente dele, tinha viajado e ela não confiava na garota e nem nele nesse particular. Tentei convencê-la de que Roberto não faria isso. Ela disse que eu era ingênuo e acrescentou que a vida sexual deles não andava lá essas coisas. Que Roberto não sentia mais tesão por ela e que sabia que ele era capaz de comer a primeira xoxota que encontrasse. Fiquei um pouco chocado ao ouvi-la dizer tais coisas, mas enfim, éramos amigos íntimos e isso não era nada demais. Sara ficou olhando para mim por um tempo que me pareceu uma eternidade. Neste momento, devo ter ficado vermelho como sangue, pensando nas minhas noites solitárias com a imagem dela em minha cabeça.

Era como se ela adivinhasse meus pensamentos e soubesse que eu a desejava ardentemente. A situação ficou mais séria quando eu a ouvi balbuciar, já muito próxima ao meu rosto: “- Mostre-me que ainda sou capaz de atiçar o desejo de um homem.” Ao dizer isso, colocou seus lábios sobre os meus e enfiou sua língua para dentro da minha boca. Aquele beijo deixou-me imediatamente de pau duro e ela logo percebeu a ereção quando nos abraçamos. Sara começou a acariciar meu caralho por sobre a calça e eu estava tão excitado que achei que ia ejacular ali mesmo.

Mas Sara tinha outra idéia em mente: ajoelhou-se na minha frente e sorrindo, começou a abrir o zíper de minha calça. Meu pau estava tão duro que foi difícil tirá-lo d dentro da cueca.

Antes de começar a chupar-me, ela acariciou meu cacete e se deliciou com o que viu: “- Hummmm… parece gostoso de chupar!”, ela murmurou e começou a fazê-lo. Primeiro lambeu a cabeça com longas passadas de língua. Em seguida, colocou-o todo na boca.

Enquanto o devorava, acariciava suavemente minhas bolas e eu me sentia tão excitado como nunca estivera, pelo menos não me lembrava. Quando me dei conta, ela tinha colocado os braços em volta da minha cintura e estava apertando minhas bolas enquanto me chupava. Não pude evitar de explodir em sua boca. Tentei afastar-me um pouco, para agir de forma como eu agia com minha mulher, mas Sara continuou firme, me chupando com voracidade. Quando acabei de ejacular em sua boca e comecei a retirar meu caralho, Sara ainda engolia o meu sêmen e dizia: “- Você é muito gostoso… sempre achei que sua mulher era uma idiota… como pode deixar livre um cacetão tão delicioso quanto este?” Eu a ergui e a coloquei de pé diante de mim. Comecei a desabotoar sua blusa e, apesar de ter acabado de gozar em sua boca, continuava excitado de um jeito como não me sentia há anos. Como de costume, ela não estava de sutiã e seus mamilos estavam tão duros como flechas apontadas. Coloquei minha boca sobre seu seio direito e chupei-o feito um bebê faminto. Ela suspirou, pedindo-me que fizesse o mesmo com o outro. Enquanto eu chupava o outro seio, ela começou a esfregar sua xoxota na minha perna. Abri seu jeans e comecei a acariciar sua buceta molhada por cima da calcinha, também já molhada. “- Enfie o dedo, por favor… preciso de você dentro de mim…”, ela suplicou. Afastei a calcinha para o lado e acariciei seu clitóris com um dedo, enquanto enfiei outro em seu buraquinho. Ela começou a movimentar rapidamente os quadris, pressionando a xoxota contra minha mão. Despi-a rapidamente e substituí a minha mão pela minha boca. “- Oh… assim, não pare, chupe-me, enfie sua língua em minha buceta, por favor, quero gozar!” Suas palavras soavam como uma ordem e, ao mesmo tempo, ela implorava humildemente para que eu a fudesse. Disse-lhe para não se preocupar, pois eu a faria gozar muito, e ataquei de lábios e língua aquela xoxota molhada, prestando especial atenção no clitóris ereto. Não demorou para eu sentir que ela começava a ter um orgasmo.

Começou a chorar, gritar e gemer de prazer, abrindo as pernas e contorcendo os quadris. Acalmou por uns instantes e começou novamente, tendo outro orgasmo. Então todo o seu corpo se estremeceu. Nessa altura, meu pau estava de novo duro como pedra. Vendo-o, ela pediu que eu o metesse nela, por trás, porque queria sentir minhas bolas no seu traseiro. Virando-se, colocou-se de quatro e pressionou-se para mim.

Seu traseiro era grande e firme. Consegui introduzir-me em sua buceta sem nenhuma dificuldade. Coloquei os braços em volta dela, apertei seus seios e a fudi feito um louco. Não demorou para meus líquidos se misturarem aos dela, e gozássemos despudoradamente, com nossos corpos colados, arfantes e por fim, saciados. Acabada aquela trepada, ela disse que teríamos ainda a noite toda para muito mais. E que noite foi aquela! Apesar de ter-me mudado e deixado de ter contato com Roberto e Sara, ainda fico de pau duro só de lembrar do corpo dela. Felizmente encontrei outra mulher que gosta tanto de fuder quanto a mulher do meu melhor amigo.

Contos Eróticos – Minha Cunhadinha

Publicado: 29 de maio de 2010 em Textos
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Há uns meses atrás, minha cunhadinha, que chamarei de Bia, completou 18 anos. No sábado seguinte ao seu aniversário ela queria ir a uma festa na casa de alguns colegas, porém a festa deveria ir até tarde e seus pais não queriam que ela dormisse na casa de uma amiga. Por coincidência, eu estava passando férias com minha mulher e minha filha na casa do meu sogro, pois me mudara de cidade havia algum tempo, e Bia me pediu então que eu e minha mulher fossemos com ela para a festa, para que pudéssemos trazê-la de volta no final. Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei, mas minha mulher não quis ir. Para satisfazer a irmã, ela insistiu que eu acompanhasse Bia à festa e se eu não quisesse ficar, iria mais tarde buscá-la. Meio sem jeito, acabei concordando. Preparei-me para a festa e saímos por volta das 8 horas da noite. No caminho da festa ela reclamava da falta de liberdade. Chegamos à festa e eu entrei com ela. Naturalmente, senti-me totalmente deslocado, pois não conhecia ninguém e a idade das outras pessoas me deixava totalmente por fora das conversas, pois os assuntos giravam em torno de escola, namorados e coisas do gênero. Para não ficar “ancorando” minha cunhada, dei uma disfarçada e fui para o carro dormir. Mas nem bem havia me acomodado, Bia apareceu. Fiquei sem graça, pois não queria que ela percebesse e se sentisse mal por eu estar ali apenas por causa dela, no entanto ela chegou no carro, sentou-se no carona e começou a conversar, me dizendo que a festa não estava nada daquilo que ela esperava, e perguntou se eu não me incomodava da gente ir a algum outro lugar, pois era tão difícil ela sair que não queria voltar tão cedo para casa. Fiquei com dó e tive então uma idéia. Liguei para a casa dos pais dela e menti para minha esposa que a Bia estava adorando a festa e que eu iria ficar até que ela quisesse ir embora e que ela tranqüilizasse meus sogros. Depois disto, voltei para o carro e disse para Bia:

“- Vou lhe dar um presente de aniversário. Agora você tem 8 horas de liberdade somente suas para fazer apenas o que quiser. Ninguém vai saber de mim o que acontecer nestas horas e eu serei seu motorista particular. Onde você gostaria de ir primeiro?”

Bia pensou um pouco e pediu para irmos a uma danceteria.
Chegamos à danceteria e dançamos por umas 2 horas. Como um passarinho que ganhou a liberdade, ela não sabia o que fazer com ela. Queria ir a todos os lugares ao mesmo tempo, assim, fomos em seguida para uma lanchonete, um barzinho e outros “points” da garotada que ela só conhecia de nome. Por volta da meia noite eu já estava arrependido do presente que havia dado, mas não tinha mais jeito de voltar atrás. Estávamos de novo no carro e perguntei resignado:

“- Para onde agora?”

Realmente eu nunca imaginaria a resposta que ouvi:

“- Sabe, Nando, não me leve a mal, mas eu tenho uma curiosidade imensa de conhecer um motel, saber como é por dentro. Minhas amigas descrevem os que conheceram e eu fico só imaginando. Eu nunca poderia pedir a um namorado ou colega para me mostrar um, porque eles diriam que eu quero outras coisas, e eu tenho apenas curiosidade de saber como é. Eu tenho muita amizade com você e já que você me deu este presente, será que me levaria para conhecer um?”

Fiquei assustado, mas pensei comigo mesmo, que mal há nisso? Perguntei se havia um em especial que ela gostaria de conhecer e ela disse que não. Como se tratava de um presente, toquei então para um dos motéis que eu conhecia e sabia ser um dos melhores da cidade.
Chegamos à portaria do motel e só então me lembrei de perguntar se ela havia trazido seus documentos. Felizmente sim. Entreguei nossos documentos na portaria e fomos para uma das melhores suítes, com piscina aquecida, hidromassagem, sauna etc. Parei o carro na garagem e notei que ela observava tudo com a curiosidade de uma criança. Fechei a porta da garagem, indiquei a escada que subia para a suíte e disse:

“- Suba e fique o quanto você quiser. Eu fico te esperando aqui para não deixar você acanhada.”

Ela então me disse que não ficaria acanhada comigo e me pediu que eu subisse com ela, pois ela não conhecia nada e gostaria que eu mostrasse para ela. Subimos então para a suíte. Ao abrir a porta, ela soltou um “oh” ao ver o luxo da sala de jantar junto à porta. Entramos e ela viu a piscina. Eu mostrei para ela os controles onde ligava a cascata e abria o teto solar. Ela estava cada vez mais curiosa. Ela começou a andar pela suíte, experimentando cada botão que encontrava. Ela viu a hidro e perguntou como funcionava. Mostrei os botões e os frascos de banho de espuma e ela perguntou inocentemente se podia ligar. Respondi que sim e abri os registros para encher a banheira. Quando a banheira encheu, coloquei os banhos de espuma e liguei a bomba. Logo a banheira estava coberta de espuma. Ela então me disse gostaria de entrar na banheira. Disse a ela que ficasse a vontade, que eu ficaria no quarto esperando.
Saí do banheiro e fui para a beira da piscina. Tirei os sapatos, sentei-me na beirada e fiquei com os pés dentro da água. Neste momento, olhei para o lado e descobri que havia um vidro entre o banheiro e a piscina e quando olhava para ele, Bia apareceu do outro lado, totalmente nua, e entrou na banheira. Antes que ela percebesse, saí de onde estava e voltei para o quarto. Inevitavelmente, aquela visão me deixou excitado. Bia já era uma mulher feita, com os seios durinhos, pernas roliças, uma xoxota peluda e a bundinha com a marquinha do biquíni. Para apagar o meu fogo, tirei minha roupa e corri para a piscina, mergulhando de uma só vez. Nem pensei no vidro entre a piscina e o banheiro, que neste momento havia sido coberto pela Bia, que me viu passar pelado em direção à piscina. Fiquei dentro da água esperando o fogo apagar, mas a água fria não era o bastante para tirar da minha cabeça aquela rápida cena da minha cunhadinha nua.
Fiquei mergulhando de um lado para o outro da piscina tentando esquecer aquilo quando ouvi o barulho de alguém pulando na água. Imaginem meu susto ao voltar a tona e dar de cara com Bia nua dentro da água também? Fiquei parado de frente para ela, a poucos centímetros. Olhamo-nos nos olhos e nem trocamos palavras. Abracei-a e a beijei longamente, ao que fui correspondido. Durante o beijo, minhas mãos deslizaram pelas suas costas e alcançaram a bundinha que acariciei delicadamente. Nossos corpos ficaram colados e ela podia sentir minha vara durinha contra sua barriga. Não resistindo, desci minha boca pelo seu pescoço e alcancei o bico durinho de um seio que comecei a lamber e chupar com cuidado. Ela suspirava de um tesão que nunca havia sentido antes. Resolvi então dar-lhe um orgasmo completo e mergulhando na água, fui lambendo seu corpo até chegar na xoxotinha. Percebi que ela tremia e que meu fôlego não seria suficiente para fazê-la gozar ali. Voltei até a sua boca e beijei-a novamente. Peguei a sua mão e puxei-a delicadamente para fora da piscina. Sem trocarmos qualquer palavra, fomos para o quarto e deitamos na cama lado a lado. Virei-me para ela e beijei-a novamente, enquanto minha mão massageava um seio. Desci lentamente minha mão para a xoxota e minha boca tomou seu lugar no seio. Bia arfava sem dizer nenhuma palavra. Fui então virando o corpo na cama e descendo com minha boca até chegar na sua xoxota que passei a lamber do grelinho até a grutinha. Ela tremia com a aproximação do orgasmo. Neste momento senti sua mão segurando minha vara e tentando me masturbar e eu percebi que mesmo nisso ela não tinha nenhuma experiência, provavelmente aprendera a teoria com as amigas. Sem parar de lambê-la, segurei a mão dela e ajudei-a a pegar o jeito da coisa. Comecei então a dar estocadas com a língua na grutinha. Ela me puxou pelo pescoço para cima dela e minha vara, como que atraída, encaixou-se bem na porta da grutinha. Ela me beijou e sussurrou:

“- Eu quero.”

Naquela situação, não pensei em nada, comecei a empurrar a vara, pressionando a entrada da grutinha, que apesar de completamente molhada, ainda era virgem, o que tornava quase impossível a penetração. Continuei pressionando sem forçar e senti então a cabeça começando a entrar. Ela gemia e tive medo de machucá-la. Puxei um dos travesseiros e pus embaixo da bundinha dela. Com isto, a vara começou a escorregar lentamente para dentro e senti quando o hímen dela rompeu. Neste momento ela já não era mais virgem, gemia mais e voltou a tremer de tesão. Aos poucos, a vara entrou toda e senti meu saco batendo no cuzinho dela. Comecei então um vai-e-vem curto e lento para não machucá-la e ela me pediu quase gozando:

“- Mais rápido!”

Aumentei o ritmo doas bombadas e ela finalmente gozou enquanto eu tirava o pinto para fora e gozava abundantemente sobre seu umbigo. Ela ainda suspirava quando saí de cima dela e deite-me ao seu lado. Após alguns minutos, ela deitou meio sobre mim e me beijou. Disse que não havia planejado aquilo e que não esperava que isto pudesse acontecer, mas que não estava arrependida. Fomos para o chuveiro e tomamos banho. Enquanto estávamos ensaboando um ao outro, minha vara acordou novamente e ela brincou:

“- Ele fica sempre assim?”

Ela saiu do chuveiro para pegar o xampu e notei como a bundinha dela era certinha, redondinha. Quando ela voltou, pedi para ela ficar de quatro ali no chuveiro. Como ela continuava excitada, concordou e abaixou, de costas para mim. Passei o sabonete na cabecinha da vara e encostei no cuzinho dela, esperando alguma reação em contrário, que não aconteceu. Animado, empurrei a cabecinha que arrancou-lhe um gemido quando entrou. Pensei em tirar, mas ela cortou-me dizendo:

“- Quero que você goze dentro de mim.”

Continuei então empurrando lentamente, até que consegui colocar tudo. Não foram precisas muitas bombadas para que eu gozasse dentro daquele cuzinho apertadinho.
Acabamos então o nosso banho e fomos para o quarto nos vestir, pois já eram quase 5 horas da manhã. Antes, porém, de eu me vestir ela veio até mim e sem eu esperar disse:

“- Já que começamos, eu quero experimentar tudo e abocanhou meu pinto meio mole. Apesar de sua inexperiência, ela conseguiu me excitar novamente e antes que eu gozasse, pedi:

“- Deixe eu pôr mais um pouquinho na sua xoxota. Ela concordou e eu coloquei-a de quatro (minha posição preferida) e encaixando na grutinha, coloquei a cabecinha para em seguida tirar e gozar pela última vez em cima do seu cuzinho. Nos lavamos novamente, nos vestimos e saímos do motel. Chegamos em casa como dois amigos e assim vem sendo desde então. Nunca mais tocamos no assunto e continuamos como cunhados sem nenhuma culpa ou remorso.

Bom, como podem perceber, o post de hoje é uma novidade.
Achei uns arquivos antigos no meu PC com algumas histórias eróticas, são 6 contas no total e vou dividir com vocês.
Os nomes envolvidos são fictícios e não faço a menor ideia de quem os escreveu.
Apenas leiam e relaxem! rsrs

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A ninfeta da piscina

Meu nome é Marcelo e tenho 28 anos. Apesar de adorar curtir a vida, numa terça-feira de carnaval, depois da farra, achei melhor descansar um pouco. Decidi ir ao clube pegar um sol e nadar. Cheguei cedo e não havia ninguém por perto, todos estavam de ressaca. Isso era ótimo para minha privacidade.

Comecei a olhar em volta e, como não havia viva alma, resolvi tirar a sunga, ficando nu totalmente. Sei que estava me arriscando, mas estava a fim de jogar tudo pro alto. Passei um óleo legal e me estirei todo. Era muito bom sentir o sol na pele. Com essa sensação agradável, acabei adormecendo. Acho que só despertei ao sentir uma sombra me envolvendo. Abri os olhos e, de pé, diante de mim, estava uma garota que me observava. Minha primeira reação foi puxar a toalha e cobrir meu pênis. Logo depois fiquei assustado em ver que ele estava duro, excitado, talvez pelo calor do sol. A moça resolveu se apresentar.

“- Meu nome é Roberta. Posso me sentar?” – perguntou, já abrindo as pernas e sentando em minhas coxas. Nas estava acreditando naquilo. Perguntei a ela se sempre estava por ali. Roberta era uma ninfeta estonteante, de cabelos loiros ondulados até a cintura, olhos castanhos e cheia de pintinhas, especialmente nos seios – e que seios! Não eram muito pequenos, os bicos eram firmes e pareciam, naquele instante, querer rasgar a parte de cima do biquíni. Tinha os lábios grossos, um sorriso maroto, coisa de menina mesmo. Ela começou a conversar comigo e me disse que eu poderia ter sido expulso pelo clube por estar ali daquele jeito.

“- Mas, tudo bem. Achei essa tua ousadia demais!” , disse ela.

A essa altura, podia sentir as coxas de Roberta se esfregando nas minhas e a buceta carnuda se roçando entre elas. Pegou meu pênis e começou a brincar com ele nas mãos. Roberta me disse que, com certeza, minha pica daria conta do recado e devoraria toda a sua xaninha. Levantei o corpo e encostei-a na cadeira da piscina. Olhava aqueles olhos lindos e beijava a boca carnuda, quando ela resolveu tirar os seios pra fora. Levantou um pouco até que eles chegassem na altura de minha boca. Tomei-os um a um deliciosamente, chupando os mamilos com calma.

Roberta arrebitava a bunda toda a vez que minha mão a acariciava. Não ligando para mais nada, afastei o biquíni todos para o lado e coloquei um dedo no cuzinho dela. A gata suspirava, apertando o meu dedo:

“- Ai, hum, adoro dar a bunda, tenho o maior tesão. Vai, me fode gostoso, meu peladão da piscina!”

Rapidinho, procurei na carteira a minha parceira para agasalhar o danado. Acariciei aquele cuzinho com a língua e depois fui ajeitando Roberta sobre o meu caralho, que foi entrando devagar, carinhosamente e sem cerimônia. Roberta gemia a cada gomo de caralho que entrava e rebolava um pouco. Ela apertava os seios com sede de pica. Aquilo estava bom e resolvi melhorar.

Passei a masturbar o grelinho de Roberta, que ficou louca, abrindo mais as coxas. Agora, rebolava e fodia meu cacete, enquanto eu massageava aquela xoxota gulosa. Foi quando senti ela estremecer e virar o corpo puxando meu rosto e abafando um grito em minha boca. Chegou a morder meu lábio enquanto gozava. Depois, deitada ao meu lado, disse que achou uma gracinha eu ter camisinha à mão. E, como só tinha aquela, o jeito foi sair do clube e procurar uma farmácia com a insaciável Roberta. O prêmio, disse, seria uma demolidora chave de xavasca!!!