Posts com Tag ‘sexo’

Questão de ponto de vista

Publicado: 24 de julho de 2010 em Textos
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Duas mulheres conversando:

– Como foi sua transa ontem?

1ª – Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?

2ª – Foi fantástica! Meu marido chegou em casa levou-me para jantar e depois passeamos à pé durante 1 hora até voltarmos para casa. Após 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos sexo durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais 1 hora!

Dois homens conversando:

– Como foi tua trepada ontem?

1º – Foi fantástica! Cheguei em casa e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e dormi feito pedra! E a sua?

2º – Uma catástrofe! Cheguei em casa e não havia luz porque esqueci de pagar a última conta. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Não tivemos outra alternativa senão ir a pé para casa. Chegamos em casa e como não tínhamos eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão estressado que precisei de 1 hora até que o bicho ficasse duro e uma hora até conseguir gozar. Foi de tal maneira irritante que não peguei no sono durante 1 hora, e fui bombardeado pela minha mulher com uma infindável conversa fiada.

Contos Eróticos – Minha tia

Publicado: 12 de julho de 2010 em Textos
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COMENDO A TIA NO BANHEIRO

Meu nome é Reinaldo e moro em Brasília. A história que vou relatar aconteceu quando fui passar um final de semana na fazenda de um tio, perto da cidade. Ele é casado com minha querida tia Rosa, um tesão de mulher que povoava a imaginação dos homens da família e da vizinhança. Vejamos: ela tem seios pequenos, do tamanho ideal para caberem entre os lábios e uma bundinha de dar água na boca, arrebitada, bem morena, queimada de sol.

Vou-lhes contar o que rolou no sábado. Cheguei mais ou menos às 11h e, para minha sorte, meu tio não estava em casa. Como fazia muito calor, fui recebido apenas por minha titia, que usava um minúsculo short e uma mini-blusa transparente: “- Que bom que você veio logo!”, festejou.

Rosa me chamou para entrar e aceitei. Fui acompanhando-a por trás, observando aquele traseiro maravilhoso que rebolava na minha frente, para lá e para cá. Ela me falou para esperar um pouco, já que meu tio não demoraria a chegar. Pediu desculpa e se retirou para tomar um banho, caminhando para o quarto. Já que há muito tempo eu desejava comer aquela bundinha, fiquei excitado e fui espiar pelo buraco da fechadura.

Fiquei mais doido ainda quando vi aquele monumento de mulher ali, nua, na minha frente. Quase enfiei o pau pelo buraco da fechadura! Não entendi nada quando ela sentou em cima da cama e começou a se masturbar. Louco, não me contendo, pensei em entrar, mas resolvi parar. Se a tia Rosa não gostasse, poderia fazer algum escândalo e eu estaria perdido.

Voltei e me sentei no sofá. Após alguns minutos, ela passou só de toalha na minha frente e, como não pude evitar, olhei-a de cima a baixo, o mastro dando a maior bandeira. Percebendo o meu interesse, ela entrou no banheiro me chamando para mudar a temperatura da água. Sem hesitar, fui correndo sentindo que, dali pra frente, as coisas iriam melhorar.

Entrei no banheiro e, quando ia subir no vaso pra mudar a temperatura da água do chuveiro, senti uma mão esfregando o meu pênis com força. Desci e arranquei aquela toalha para melhor observar minha potranquinha. Rosa começou a me beijar, tirando minha calça e caindo de boca no meu cacete. Que loucura! Como ela chupava bem. Meu tio era um homem de sorte e não sabia!

Gozei alucinadamente naquela boca carnuda e ela não deixou nada da minha porra ir para o ralo. Como ainda não estava satisfeito, coloquei-a de quatro e lhe contei que tinha uma tara enorme: comer o cuzinho dela. No início, Rosa esbravejou, não quis: “- Não faço isso nem com o seu tio!”. Mas, de tanto insistir, ela acabou cedendo. Coloquei-a de quatro e, observando aquele cuzinho ali fresquinho na minha frente, fui empurrando devagar, devagarzinho, como na música.

Ela gritava louca de dor e tesão, e como rebolava a safada! Parecia que já dava a bunda há muito tempo… Não demorou muito para que Rosa começasse a gozar como uma louca, dando gritinhos de prazer. Quanto mais ela gritava, mais eu empurrava a vara na cadela, até que gozei pela segunda vez, melando toda aquela bundinha, deixando escorrer a porra pelas coxas.

Quando pensei que já estava acabado, Rosa me reanimou com aquele boquete quente, quase fumegante. Rapidinho, eu já estava de cacete duro. “- Come novamente o meu rabinho, come?”, pedia. Sem demora, empurrei meu pau todinho dentro dela, explodindo em gozo eterno. Pelo menos no sentido poético, porque, logo depois, saímos do banheiro e nos preparamos para receber meu tio. Ele já devia estar chegando, sem desconfiar de nada, tranqüilo como convém a um rei do gado.

Contos Eróticos – Minha irmãzinha

Publicado: 24 de junho de 2010 em Textos
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MINHA “IRMÃZINHA”

Sei que alguns de vocês vão me chamar de tarado. Até respeito a opinião de vocês, pois não conhecem minha “irmãzinha”, filha da minha madrasta. Ela se chama Paula, para a família, Paulinha. Ela tem 17 anos, mas precisam ver o corpinho, com certeza puxou a mãe que apesar de seus 47 anos, é um tesão de mulher.

Tenho 22 anos e sou noivo com a Teresa. Iremos nos casar daqui a 2 meses, e nem preciso dizer que já antecipamos nossa lua de mel, e é claro, serviço completo, principalmente pelo fato dela ser louca por sexo anal, nunca vi gostar tanto de levar uma linguada no cuzinho e depois uma caralhada, como ela mesmo faz questão de dizer!

Voltando a minha doce “irmãzinha”, ela é uma coisinha de louco. Bundinha empinada, peitinho lindo e uma boquinha mais do que maravilhosa. Não me sinto culpado pelo relacionamento que tenho com ela, principalmente pelo fato dela ter me provocado até o ponto de não resistir mais.

Paulinha, não sei, se de propósito andava sempre bem à vontade dentro de casa, ao ponto de minha madrasta chamar a atenção dela diversas vezes, talvez por ter notado meus olhares para ela que não eram mais tão inocentes como antes.

Paulinha sempre gostou de usar calcinhas minúsculas, e nunca gostou de usar sutiã, talvez pela idade, andava dentro de casa apenas de camiseta cavada e calcinha toda enterrada na bundinha. Eu também nunca gostei de usar cuecas, gosto de criar o bicho solto!

Teresa, minha noiva, havia viajado com seus pais e eu estava algum tempo carente de uma boa foda. Estava em casa num domingo assistindo o programa da rede Manchete (Manchete Verdade) sobre sexo com minha irmãzinha na sala. Minha madrasta estava na cozinha que fica no andar de baixo.

Com tantas cenas de nudez e esquecendo por alguns instantes que minha “irmãzinha” estava na sala, fiquei excitado com as cenas e fiquei de pau duro. Quando me lembrei que minha “irmãzinha” estava na sala olhei rápido pra ela e ela sorria com uma carinha de sacana para mim, me deixando bastante sem graça.

No mesmo instante fingiu que iria pegar algumas revistas e ficou de quatro no chão virada para mim fingindo que pegava uma revista. Quando a vi naquela posição, meu pau parecia que ia explodir, pois ela tem um rabo lindo e com a calcinha toda enterrada, imaginem?! Tentei me controlar ao máximo, mas não resisti e fui para o chão e agarrei minha “irmãzinha” por trás, beijando sua nuca e esfregando meu pau naquele rabo lindo. Ela para minha surpresa começou a gemer me deixando ainda mais maluco. Abaixei a cabeça e puxei sua calcinha para o lado e meti a língua naquela bucetinha linda fazendo minha “irmãzinha” dar pinotes de tanto tesão.

Abaixei um pouco sua calcinha e alternava a língua entre sua bucetinha e seu cuzinho. Talvez pela sensação de “pecado” nunca havia sentido tanto tesão assim em toda minha vida vendo aquela menininha de quatro com a calcinha abaixada até o joelho e eu ali metendo a língua ora no cuzinho e ora na sua bucetinha ainda virgem.

Não resistindo mais e doido para gozar, puxei o short para o lado e botei o pau pra fora e mandei-a mamar. É claro que com toda sua inexperiência não fazia como minha noiva, mas só de olhar aquela garotinha mamando minha rola, cada vez mais ia à loucura!

Aí pedi que ela chupasse meu pau como se tivesse chupando um pirulito ou um sorvete. Não passou 2 minutos e gozei na sua boca. Talvez por medo sujar a sala e minha madrasta descobrir, ela engoliu tudo. Hoje em dia estou tentando botar meu pau no seu cuzinho. Mas não quero forçar a barra para não machucá-la, apesar dela implorar dizendo que agüenta toda a minha rola no seu cu. Não tenho dúvidas que daqui a pouco tempo de estar chupando aquele cuzinho, estarei também fudendo aquela bucetinha maravilhosa.

Contos Eróticos – Minha Cunhadinha

Publicado: 29 de maio de 2010 em Textos
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Há uns meses atrás, minha cunhadinha, que chamarei de Bia, completou 18 anos. No sábado seguinte ao seu aniversário ela queria ir a uma festa na casa de alguns colegas, porém a festa deveria ir até tarde e seus pais não queriam que ela dormisse na casa de uma amiga. Por coincidência, eu estava passando férias com minha mulher e minha filha na casa do meu sogro, pois me mudara de cidade havia algum tempo, e Bia me pediu então que eu e minha mulher fossemos com ela para a festa, para que pudéssemos trazê-la de volta no final. Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei, mas minha mulher não quis ir. Para satisfazer a irmã, ela insistiu que eu acompanhasse Bia à festa e se eu não quisesse ficar, iria mais tarde buscá-la. Meio sem jeito, acabei concordando. Preparei-me para a festa e saímos por volta das 8 horas da noite. No caminho da festa ela reclamava da falta de liberdade. Chegamos à festa e eu entrei com ela. Naturalmente, senti-me totalmente deslocado, pois não conhecia ninguém e a idade das outras pessoas me deixava totalmente por fora das conversas, pois os assuntos giravam em torno de escola, namorados e coisas do gênero. Para não ficar “ancorando” minha cunhada, dei uma disfarçada e fui para o carro dormir. Mas nem bem havia me acomodado, Bia apareceu. Fiquei sem graça, pois não queria que ela percebesse e se sentisse mal por eu estar ali apenas por causa dela, no entanto ela chegou no carro, sentou-se no carona e começou a conversar, me dizendo que a festa não estava nada daquilo que ela esperava, e perguntou se eu não me incomodava da gente ir a algum outro lugar, pois era tão difícil ela sair que não queria voltar tão cedo para casa. Fiquei com dó e tive então uma idéia. Liguei para a casa dos pais dela e menti para minha esposa que a Bia estava adorando a festa e que eu iria ficar até que ela quisesse ir embora e que ela tranqüilizasse meus sogros. Depois disto, voltei para o carro e disse para Bia:

“- Vou lhe dar um presente de aniversário. Agora você tem 8 horas de liberdade somente suas para fazer apenas o que quiser. Ninguém vai saber de mim o que acontecer nestas horas e eu serei seu motorista particular. Onde você gostaria de ir primeiro?”

Bia pensou um pouco e pediu para irmos a uma danceteria.
Chegamos à danceteria e dançamos por umas 2 horas. Como um passarinho que ganhou a liberdade, ela não sabia o que fazer com ela. Queria ir a todos os lugares ao mesmo tempo, assim, fomos em seguida para uma lanchonete, um barzinho e outros “points” da garotada que ela só conhecia de nome. Por volta da meia noite eu já estava arrependido do presente que havia dado, mas não tinha mais jeito de voltar atrás. Estávamos de novo no carro e perguntei resignado:

“- Para onde agora?”

Realmente eu nunca imaginaria a resposta que ouvi:

“- Sabe, Nando, não me leve a mal, mas eu tenho uma curiosidade imensa de conhecer um motel, saber como é por dentro. Minhas amigas descrevem os que conheceram e eu fico só imaginando. Eu nunca poderia pedir a um namorado ou colega para me mostrar um, porque eles diriam que eu quero outras coisas, e eu tenho apenas curiosidade de saber como é. Eu tenho muita amizade com você e já que você me deu este presente, será que me levaria para conhecer um?”

Fiquei assustado, mas pensei comigo mesmo, que mal há nisso? Perguntei se havia um em especial que ela gostaria de conhecer e ela disse que não. Como se tratava de um presente, toquei então para um dos motéis que eu conhecia e sabia ser um dos melhores da cidade.
Chegamos à portaria do motel e só então me lembrei de perguntar se ela havia trazido seus documentos. Felizmente sim. Entreguei nossos documentos na portaria e fomos para uma das melhores suítes, com piscina aquecida, hidromassagem, sauna etc. Parei o carro na garagem e notei que ela observava tudo com a curiosidade de uma criança. Fechei a porta da garagem, indiquei a escada que subia para a suíte e disse:

“- Suba e fique o quanto você quiser. Eu fico te esperando aqui para não deixar você acanhada.”

Ela então me disse que não ficaria acanhada comigo e me pediu que eu subisse com ela, pois ela não conhecia nada e gostaria que eu mostrasse para ela. Subimos então para a suíte. Ao abrir a porta, ela soltou um “oh” ao ver o luxo da sala de jantar junto à porta. Entramos e ela viu a piscina. Eu mostrei para ela os controles onde ligava a cascata e abria o teto solar. Ela estava cada vez mais curiosa. Ela começou a andar pela suíte, experimentando cada botão que encontrava. Ela viu a hidro e perguntou como funcionava. Mostrei os botões e os frascos de banho de espuma e ela perguntou inocentemente se podia ligar. Respondi que sim e abri os registros para encher a banheira. Quando a banheira encheu, coloquei os banhos de espuma e liguei a bomba. Logo a banheira estava coberta de espuma. Ela então me disse gostaria de entrar na banheira. Disse a ela que ficasse a vontade, que eu ficaria no quarto esperando.
Saí do banheiro e fui para a beira da piscina. Tirei os sapatos, sentei-me na beirada e fiquei com os pés dentro da água. Neste momento, olhei para o lado e descobri que havia um vidro entre o banheiro e a piscina e quando olhava para ele, Bia apareceu do outro lado, totalmente nua, e entrou na banheira. Antes que ela percebesse, saí de onde estava e voltei para o quarto. Inevitavelmente, aquela visão me deixou excitado. Bia já era uma mulher feita, com os seios durinhos, pernas roliças, uma xoxota peluda e a bundinha com a marquinha do biquíni. Para apagar o meu fogo, tirei minha roupa e corri para a piscina, mergulhando de uma só vez. Nem pensei no vidro entre a piscina e o banheiro, que neste momento havia sido coberto pela Bia, que me viu passar pelado em direção à piscina. Fiquei dentro da água esperando o fogo apagar, mas a água fria não era o bastante para tirar da minha cabeça aquela rápida cena da minha cunhadinha nua.
Fiquei mergulhando de um lado para o outro da piscina tentando esquecer aquilo quando ouvi o barulho de alguém pulando na água. Imaginem meu susto ao voltar a tona e dar de cara com Bia nua dentro da água também? Fiquei parado de frente para ela, a poucos centímetros. Olhamo-nos nos olhos e nem trocamos palavras. Abracei-a e a beijei longamente, ao que fui correspondido. Durante o beijo, minhas mãos deslizaram pelas suas costas e alcançaram a bundinha que acariciei delicadamente. Nossos corpos ficaram colados e ela podia sentir minha vara durinha contra sua barriga. Não resistindo, desci minha boca pelo seu pescoço e alcancei o bico durinho de um seio que comecei a lamber e chupar com cuidado. Ela suspirava de um tesão que nunca havia sentido antes. Resolvi então dar-lhe um orgasmo completo e mergulhando na água, fui lambendo seu corpo até chegar na xoxotinha. Percebi que ela tremia e que meu fôlego não seria suficiente para fazê-la gozar ali. Voltei até a sua boca e beijei-a novamente. Peguei a sua mão e puxei-a delicadamente para fora da piscina. Sem trocarmos qualquer palavra, fomos para o quarto e deitamos na cama lado a lado. Virei-me para ela e beijei-a novamente, enquanto minha mão massageava um seio. Desci lentamente minha mão para a xoxota e minha boca tomou seu lugar no seio. Bia arfava sem dizer nenhuma palavra. Fui então virando o corpo na cama e descendo com minha boca até chegar na sua xoxota que passei a lamber do grelinho até a grutinha. Ela tremia com a aproximação do orgasmo. Neste momento senti sua mão segurando minha vara e tentando me masturbar e eu percebi que mesmo nisso ela não tinha nenhuma experiência, provavelmente aprendera a teoria com as amigas. Sem parar de lambê-la, segurei a mão dela e ajudei-a a pegar o jeito da coisa. Comecei então a dar estocadas com a língua na grutinha. Ela me puxou pelo pescoço para cima dela e minha vara, como que atraída, encaixou-se bem na porta da grutinha. Ela me beijou e sussurrou:

“- Eu quero.”

Naquela situação, não pensei em nada, comecei a empurrar a vara, pressionando a entrada da grutinha, que apesar de completamente molhada, ainda era virgem, o que tornava quase impossível a penetração. Continuei pressionando sem forçar e senti então a cabeça começando a entrar. Ela gemia e tive medo de machucá-la. Puxei um dos travesseiros e pus embaixo da bundinha dela. Com isto, a vara começou a escorregar lentamente para dentro e senti quando o hímen dela rompeu. Neste momento ela já não era mais virgem, gemia mais e voltou a tremer de tesão. Aos poucos, a vara entrou toda e senti meu saco batendo no cuzinho dela. Comecei então um vai-e-vem curto e lento para não machucá-la e ela me pediu quase gozando:

“- Mais rápido!”

Aumentei o ritmo doas bombadas e ela finalmente gozou enquanto eu tirava o pinto para fora e gozava abundantemente sobre seu umbigo. Ela ainda suspirava quando saí de cima dela e deite-me ao seu lado. Após alguns minutos, ela deitou meio sobre mim e me beijou. Disse que não havia planejado aquilo e que não esperava que isto pudesse acontecer, mas que não estava arrependida. Fomos para o chuveiro e tomamos banho. Enquanto estávamos ensaboando um ao outro, minha vara acordou novamente e ela brincou:

“- Ele fica sempre assim?”

Ela saiu do chuveiro para pegar o xampu e notei como a bundinha dela era certinha, redondinha. Quando ela voltou, pedi para ela ficar de quatro ali no chuveiro. Como ela continuava excitada, concordou e abaixou, de costas para mim. Passei o sabonete na cabecinha da vara e encostei no cuzinho dela, esperando alguma reação em contrário, que não aconteceu. Animado, empurrei a cabecinha que arrancou-lhe um gemido quando entrou. Pensei em tirar, mas ela cortou-me dizendo:

“- Quero que você goze dentro de mim.”

Continuei então empurrando lentamente, até que consegui colocar tudo. Não foram precisas muitas bombadas para que eu gozasse dentro daquele cuzinho apertadinho.
Acabamos então o nosso banho e fomos para o quarto nos vestir, pois já eram quase 5 horas da manhã. Antes, porém, de eu me vestir ela veio até mim e sem eu esperar disse:

“- Já que começamos, eu quero experimentar tudo e abocanhou meu pinto meio mole. Apesar de sua inexperiência, ela conseguiu me excitar novamente e antes que eu gozasse, pedi:

“- Deixe eu pôr mais um pouquinho na sua xoxota. Ela concordou e eu coloquei-a de quatro (minha posição preferida) e encaixando na grutinha, coloquei a cabecinha para em seguida tirar e gozar pela última vez em cima do seu cuzinho. Nos lavamos novamente, nos vestimos e saímos do motel. Chegamos em casa como dois amigos e assim vem sendo desde então. Nunca mais tocamos no assunto e continuamos como cunhados sem nenhuma culpa ou remorso.

Mudanças na Área de Saúde

Publicado: 20 de maio de 2010 em Piadas
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Apesar de ser uma brincadeira, podemos levar um pouco a sério se formos pensar com mais frieza no assunto.
Vejam se concordam.

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Com a recomendação do Ministro da Saúde de se fazer sexo 5 vezes por semana para previnir a hipertensão, surgiram algumas dúvidas:

– Bordel passara a ser Clínica de Tratamento a Hipertensos ?

– A Unimed vai mesmo passar a se chamar Unimete?

– Despesas com motel, bordel e sexshop podem ser abatidas como “despesas médicas” do meu imposto de renda?

– Posso justificar faltas no trabalho com recibo de motel alegando que estava em tratamento médico?

– Sou casado. Transar com a amante pode ser considerada “terapida alternativa” ?

– Preciso de receita médica para alugar filme pornô?

– Kama-sutra = RPG + Pilates ?

– Monogamia não é um risco à saúde?

– Masturbação é automedicação?

– Suruba é saúde pública?

– Voyeurismo não é tratamento assistido?

– Travesti é medicamento genérico?

– Obsessão sexual e tara são tipos de hipocondria?

– Posso considerar poligamia como um tipo de tratamento médico?

– Doença venérea é um tipo de efeito colateral?

– Então minha esposa dizia a verdade quando disse que o cara na nossa cama era do programa médico da família ?

– Fazer “ménage à trois” significa aumentar overdose de medicação?

– Boneca inflável é placebo?

– Vibrador elétrico é tratamento de choque?

– Stripers e garotas de programa devem ter CRM ?

– SUS será Sistema Unificado de Sacanagem?

– A expressão “Gozar de boa saúde” significa isso que estou pensando?

– Seguindo esta lógica, a Vila Mimosa se tornará um complexo hospitalar como a Santa Casa?

– Bordéis precisam ter um médico de plantão?

– O que meu dentista quis dizer, quando recomendou manter em dia minha saúde oral…???


Comentem!

Minha primeira experiência sexual foi com o meu primo Paulo, 12 anos mais velho, quando eu tinha 15 anos. Diz ele que foi o meu presente de aniversário. De fato, foi o meu melhor presente naquele ano. Uma semana após a minha grande festa à sociedade, meus tios viajaram para a Europa e o meu primo Paulo telefonou-me para que fosse até sua casa, pois queria dar-me um presente. Prometi que iria no sábado, à tarde, dois dias depois. No dia marcado, fui buscar o tal do presente e ao abrir a porta, Paulo recebeu-me com um longo e forte abraço, como se quisesse sentir totalmente o meu corpo ao seu. Não vou negar que não senti nada ao abraçar aquele homem musculoso, mas era meu primo. Aliás, desde criança, notei que sempre me olhava com outros olhos, me chamava de linda, gostosa, mas era meu primo. Beijou a minha testa e levou-me ao segundo andar do apartamento e não vi qualquer dos empregados. Perguntei onde estavam… Respondeu-me que havia dado folga para todos e que estávamos sozinhos. Foi então que me deu um beijo que fez meu corpo estremecer, arrancando-me o fôlego. Percebendo que estava receptiva, começou a fazer carinhos no meu rosto, enquanto dizia que eu era linda, beijava o meu rosto, mordia de leve a minha orelha e eu sem saber o que fazer. Perguntou se eu gostaria de conhecer uma nova massagem. Com a minha afirmativa, disse-me que precisava me despir. Nada respondi. Estava um pouco assustada com o que estava acontecendo. Levou-me até o quarto de hóspedes e as carícias continuaram e sem perceber foi tirando as minhas roupas dizendo que eu não me preocupasse que a massagem era assim mesmo. Tirou a sua camiseta e após tirou a minha blusa, uma malha fina, nunca usei soutien, colocando os meus seios (nem grandes, nem pequenos) durinhos à mostra. Ele os acariciou e começou a chupá-los dando leves mordidas, alternando um e outro. Meus biquinhos rosados logo surgiram e Paulo os mamava. Tirou o restante das minhas roupas (uma bermudinha) e foi abaixando a minha calcinha lentamente, sem tirar os olhos da minha bucetinha. Beijou-a, pegou-me no colo e deitou-me na cama. Olhou o meu corpo nu e com o seu sorriso maroto não cansava de dizer como estava linda, e muito apetitosa. A massagem propriamente dita era a sua língua que foi percorrendo todo o meu corpo até chegar a minha bucetinha. Abriu as minhas pernas, ora enfiava a língua, ora o dedo médio e eu dizendo que era virgem. Me chamava de gostosa e há muito tempo queria me lamber, me morder, me chupar, me foder… O meu clitóris latejava de tanto que chupava e eu já me contorcia de desejos. Não mais queria que parasse. Estava adorando o que fazia comigo. Depois ele me virou, colocando-me de quatro e passou a enfiar a língua no meu cuzinho, também virgem. Mordia a minha bundinha durinha e arrebitada e dava palmadinhas que estavam me levando à loucura. Passava a língua na bucetinha quando não enfiava o dedo. Eu pedia, por favor, que não me fizesse nada, pois era virgem. Senti um dos dedos entrar no meu cuzinho e levei um susto. Ele me acalmou com beijos na nuca. Dizia para relaxar que iria gostar. A seguir, enfiou mais outro dedo, eu queria sair dali, mas novamente ele me beijava, mordia a minha orelha e eu me acalmava. Senti aqueles dois dedos (médio e indicador) entrando, abrindo o meu buraquinho apertadinho e com a outra mão massageava o meu clitóris, para que eu relaxasse. Perguntou-me se eu deixava colocar mais um dedo. Após pensar um pouco, disse que sim. Então abriu o zíper de sua calça (até então só havia se livrado da camiseta) e tirou o seu cacete dizendo que eu não olhasse. Pelo barulho, sabia que estava abrindo uma gaveta e um pote. Depois pegou o seu pau, passou pela minha bucetinha que já estava repleta de néctar e foi subindo e… foi enfiando, enfiando, devagarzinho foi enfiando no meu cuzinho até me enrabar completamente. A sensação que eu tinha é que havia enfiado todo o braço. Tentei sair, mas ele me pedia que eu relaxasse. Eu dizia:
“- Quantos dedos você enfiou?”
E ele:
“- É o meu caralho, safadinha, mexe a bunda, mexe… isso, mexe mais…”
Doía muito, mas apesar da dor que sentia, eu estava gostando de ter aquele caralho no meu cuzinho, agora entrando e saindo, num vigoroso vai e vem. Gostei tanto que já não mais queria saber se era virgem ou não e assim que ele tirou o seu pau, me virei e abri as pernas totalmente, para receber aquele pau duríssimo (20 com) que quando olhei fiquei chocada pelo tamanho. Jamais tinha visto uma pica.
Paulo não queria acreditar que estava oferecendo a minha buceta virgem a ele, e por sua vez insistia que eu o chupasse para gozar. Insisti que enfiasse logo na xoxotinha que latejava ávida por seu cacete maravilhoso e duro e se negasse a segunda vez, não teria uma nova chance.
Ah, ele veio com tudo. Foi uma foda e tanto, apesar de que senti um pouco de dor. No vai e vem, gozamos juntos, eu gritava para que não tirasse, e  jorrou toda a sua porra em mim. A princípio fiquei com nojo, mas quando pediu que eu abrisse a minha boca e senti o seu gosto, eu queria mais, muito mais. Sangrei um pouco, afinal eu era virgem, mas não me preocupei, pois estava encantada com o pau de Paulo e o chupei. Fiquei brincando com ele, ora beijando, ora mordendo, ora enfiando todo em minha boca. Meu primo dizia que foi a melhor foda com uma virgem que já tivera e o pau de Paulo foi ficando duro novamente. Eu estava assada, ardida, mas tinha adorando cada centímetro de Paulo dentro de mim e agora o queria novamente, sem medos. Passou creme nas minhas partes e transamos novamente até explodirmos de prazer, ensinando-me novas posições.
Quando acabamos de transar, estava toda lambuzada, não somente da porra de Paulo, mas também do creme que usou para facilitar a penetração (com aquele cacete de 20 cm) e levou-me até a piscina para um banho.
Eram 5 horas da tarde, o sol irradiava ainda todo o seu esplendor.
Estávamos nus, entramos na piscina, pequena, pois é uma piscina de apartamento (mora numa bela cobertura). Havia um edifício, na época sendo construído, ao lado, dois andares a mais que o dele. Olhei várias vezes se não havia qualquer intruso nos olhando e depois de Paulo confirmar que não havia ninguém, resolvi esquecer, curtir aquele momento gostoso, nua como vim ao mundo, livre, satisfeita, mais do que satisfeita com o que havia acontecido e sentindo novamente aquele cacete gostoso. Se muitos reclamam que não gostaram ou não curtiram a primeira relação… bem, da minha não posso reclamar. Meu professor foi muito carinhoso e se tivesse me mostrado o pênis antes, com certeza não teria dado a ele.
Novamente pegou-me no colo e flutuávamos naquela água límpida, com gosto de cloro e agora misturada aos nossos gostos. Paulo me banhava, sorria com os seus dentes perfeitos e em agradecimento, o abraçava beijando sua orelha, sua boca maravilhosa. Ele sussurrava que já estava de pau duro e perguntei:
“- E agora, meu professor, o que vamos fazer?”
Os seus olhos azuis como a cor do céu, brilhavam e não precisou dizer mais nada. Ele queria mais e eu também.
Sentou-se na beira da piscina e pediu para chupá-lo e que eu desse leves mordidinhas e lambidas na glande. Como uma aluna aplicada, fui fazendo exatamente como mandava e já sentia que ao lado nos olhavam realmente. Paulo dizia:
“- Não pare sua safadinha, continua, enfia na boca, minha safadinha! Eu quero gozar na tua boca.”
Disse que havia gente olhando, no que respondeu:
“- Deixe que olhem, não têm uma prima gostosa como a minha. Vamos safadinha, enfia na boca, chupa as minhas bolas, assim… bem gostoso, bem devagarzinho.”
E quando eu menos esperava veio aquele jato inundando a minha boca. Paulo gemia e pedia para chupar tudo. Lambi tudinho, engolindo aquele gosto de prazer.
“- Paulo, agora é a minha vez.”, eu disse. “- Enfia a sua língua na minha bucetinha!”
E ele:
“- Safadinha! Você gostou mesmo!”
Foi até o quarto para pegar o pote de creme.
Enquanto isso, os peões sacudiam os seus caralhos e faziam movimentos de vai e vem. Já que levei o apelido de safadinha, posicionei a cadeira recostável de frente a eles e abri as minha pernas, deixando minha bucetinha que se enchia novamente de prazer. Passava os meus dedos e simulava um sobe e desce.
Os peões ficaram loucos. Aplaudiam, me chamavam de puta, diziam que estavam indo me comer, que iriam enfiar na minha bunda etc.
Quando Paulo chegou soltou uma gostosa gargalhada:
“- Safadinha! Vamos mostrar a eles!”
Ajoelhou-se e começou a me chupar com volúpia. Chupava devagarzinho. Depois aumentava o ritmo e retornava a fazê-lo devagarzinho. A cada vez que mordia o meu grelinho, me arrancava gritos de prazer e eu já o implorava para meter o cacete na minha bucetinha, que abria e fechava já inchada da outra foda, e queria que me fodesse até não agüentar mais.
Os peões gritavam:
“- Fode ela. Enfia na buceta.”
Outros já queriam que o buraco fosse outro:
“- Enfia no cu. Rasga o cu da puta. Come ela… manda essa puta para cá! Vamos mostrar a ela com quantos paus se faz uma obra!”
Aqueles homens estavam nos excitando mais ainda. Paulo disse:
“- Safadinha, vamos mostrar a eles como você cavalga bem.”
Tirou-me da cadeira e sentou-se, segurando o seu pau já duro, louco para entrar no meu buraco e pediu para que eu sentasse em cima. Outra nova posição que aprendi. Então, subi e fui descendo devagarzinho. O meu primo com uma das mãos segurava o pau e com a outra ia me direcionando até aquela gostosura. Sentia-me no paraíso do sexo, soltava gemidos de dor misturados com os do prazer. Comecei a cavalgá-lo e ele segurava o meu corpo, meus seios duros. Beijávamos-nos e nos movimentávamos alucinadamente, quando repentinamente tirou a sua tora do meu canalzinho.
“- Não, Paulo! Ainda não. Eu quero mais!”
“- Eu também safadinha. Só que agora eu quero a sua bundinha.”
Colocou-me em pé, apoiada com o corpo na mesa, abriu minhas pernas e passou muito creme, tanto no pau quanto na minha bundinha, principalmente no cuzinho, enfiando um dos seus grossos dedos.
Os peões vibraram. Estávamos agora de lado para eles e Paulo começou a bater com o pau na minha bunda, durinha, ora numa banda, ora em outra. Não preciso mencionar que estava adorando aquela surra e os gritos dos peões:
“- Enfia, enfia, enfia!”
Como da primeira vez, meu primo foi enfiando devagarzinho, centímetro por centímetro, parava, me abraçava, sussurrava qualquer coisa ao meu ouvido e continuava enfiando. Eu mexia a bundinha, me contorcia e gemia sem parar. Eu não agüentava mais, doía muito, ele já estava para gozar e comecei a chorar implorando desta vez que tirasse. O que o fez prontamente. Virou-me de frente, ainda com a metade do corpo à mesa e derramou com abundância seu sêmen nos meus seios até a barriga (ainda não encontrei alguém que tenha tanto sêmen quanto o meu primo). Eu chorava.
Paulo pegou-me no colo, com as minhas pernas entrelaçadas em suas costas e me abraçou pedindo que me acalmasse.
E os peões queriam bis.
Paulo levou-me para sua suíte e preparou um bom banho para nós dois. Lavou-me, me acariciou, me enxugou, passou creme nas partes assadas, colocou-me em sua cama e… Não, desta vez não teve sexo. Me fez carinho até que eu dormisse.